quarta-feira, 22 de novembro de 2017

Geometria Descritiva (MIA)


Planeta Sinclair recuperou mais um programa educativo que andava perdido nas muitas cassetes que Pedro Pimenta salvou do lixo. Geometria Descritiva é o seu nome e poderá ter sido distribuído pela LOG, empresa que estava sediada no Porto e que aparentemente já não está no ativo (pelo menos não encontrámos qualquer informação sobre ela). Também não encontrámos qualquer informação sobre o programador ou mesmo a época em que foi criado, embora suspeitamos que possa ter sido por volta de 1985.

O programa é composto por duas partes, a primeira dando-nos os conceitos teóricos da geometria descritiva, a segunda testando os nossos conhecimentos. Geometria Descritiva é básico e sem grandes floreados gráficos, mas vale pela curiosidade.

Podem aqui descarregar as duas partes do programa.

segunda-feira, 20 de novembro de 2017

B-Squared


Nome: B-Squared
Editora: NA
Autor: Paul Jenkinson
Ano de lançamento: 2017
Género: Ação
Teclas: Não redefiníveis
Joystick: Kempston, Sinclair
Número de jogadores: 1

Paul Jenkinson tem andado mais calmo ultimamente, mas apenas no que diz respeito aos jogos, pois no restante continua bastante ativo, fornecedndo-nos regularmente o magazine e vídeo do The Spectrum Show. Mas tinha sido já em março deste ano que tinha lançado Code Zero e que na altura tão boas sensações nos deixou. Oito meses depois termina então B-Squared, com um conceito totalmente diferente dos seus últimos jogos.

A nossa tarefa é muito simples, temos "apenas" que dirigir um cubo para a porta de saída, evitando alguns inimigos, que vão aumentando em número à medida que vamos subindo de nível (e são trinta e um, no total), pisos armadilhados, espigões que evitam que possamos subir para algumas plataformas, etc.. Se dirigir o cubo é muito fácil, pois apenas temos as teclas de esquerda, direita e subir, já chegar ao ponto que pretendemos alcançar é uma tarefa um pouco mais árdua, uma vez que são muitos os obstáculos que temos pelo caminho, como poderão ver no screenshot abaixo.


Em alguns cenários, para atingirmos a porta de saída, temos que ativar previamente algumas plataformas, e claro que o botão está no ponto menos conveniente. Terão quer ter também algum cuidado ao ativar essas plataformas, pois, por vezes, terão que encurralar os inimigos de forma a que este não vos bloqueiem o trajeto de saída.

Tal como todos os bons jogos, os primeiros níveis são bastante fáceis, apenas de ambientação, mas a partir de certo ponto já terão que ponderar muito bem o trajecto que vão fazer. É que não se trata apenas de posicionar o cubo no ponto correto (este não tem a capacidade de saltar), há que escolher o timing exato para se fazerem à vida.


Uma vantagem (ou desvantagem, já que diminui o grau de dificuldade e, como consequência, a longevidade), é o facto de não existir um tempo limite para completar cada nível. Assim, apesar de alguns dos níveis serem complicados, mais cedo ou mais tarde completam o jogo, já que têm a possibilidade de aguardar todo o tempo que precisam para que um inimigo se meta na posição mais favorável de modo a poderem avançar sem grandes sobressaltos.

Os gráficos são simples, quase espartanos, mas muito coloridos, e o som, na versão 128k, agradável, sendo da autoria de Sergey Nilov, contribuindo para criar um ambiente alegre. Sendo a jogabilidade bastante boa, ficarão seguramente satisfeitos com a experiência e irão passar umas boas horas a fazer rodar o cubo.

B-Squared é gratuito e pode aqui ser obtido.

Lisboa Games Week foi um sucesso


E terminou a Lisboa Games Week. Durante quatro dias, milhares de pessoas visitaram os stands da RetroShop e da Leak, e não deram o tempo por perdido.

Dezenas de computadores retro e atuais, com alguns dos maiores sucessos de sempre disponíveis para quem os quisesse jogar, uma exposição fabulosa sobre a Timex (patrocinada pelo João Ramos, da Collector's Bridge), a revista Espectro, já com o número 2 para venda (a equipa Espectroteam também representada na exposição), concursos com prémios bastante valiosos, e até o criador de Elifoot esteve presente, fizeram com que este espaço fosse amplamente elogiado pela organização e por todos os visitantes. Só é pena que as fotografias não façam justiça ao verdadeiro mar de gente que inundou o espaço, em especial durante o fim-de-semana.

Pela parte que nos toca, resta agradecer a oportunidade que nos concederam de estar representados na Feira, e para o ano haverá mais, seguramente.

sábado, 18 de novembro de 2017

Boards do Spectrum Next


Henrique Olifiers fez agora mesmo um update acerca do Spectrum Next. Assim, aparentemente correu tudo bem com a produção das boards de teste e está tudo a postos para que estas comecem a ser enviadas a 27 de novembro.

Deixou-nos também uma fotografia das primeiras boards a sair da linha de produção, e digam lá que não são uma maravilha...

Espectro #2 à venda na Lisboa Games Week


A Lisboa Games Week está a ser um sucesso. Para quem ainda não a visitou, ainda o pode fazer até amanhã e desde já obter o número 2 da revista Espectro, à venda na Feira (assim como um dos últimos exemplares do número 1).

Mas façam-nos uma visita e aproveitem para mostrar o que valem no Bomb Jack (prémio para a melhor pontuação do dia).

sexta-feira, 17 de novembro de 2017

Speccy Pong


Nome: Speccy Pong
Editora: NA
Autor: Julián Urbano Muñoz
Ano de lançamento: 2017
Género: Ação
Teclas: Não redefiníveis
Joystick: Não
Número de jogadores: 2

Para quem não conhece a história de Pong, basta dar uma espreitadela ao Wikipedia que rapidamente verá que este faz parte das história dos videojogos. Desenvolvido pela Atari em 1972, rapidamente se tornou um sucesso comercial e foi a partir daqui que a indústria percebeu o potencial lucrativo dos videojogos. Ao longo dos 45 anos da sua existência deu origem a inúmeros clones e até a consolas que apenas tinham este jogo e derivados (temos em nosso poder uma de 1976, a Vídeomaster).

Surgiu agora um novo clone, que vai a concurso no prestigiado evento Zx-Dev Conversions, e que muito mais novidades nos irá trazer nos próximos tempos (começaram agora a aparecer os primeiros jogos finalizados). E se não estamos perante a melhor versão de Pong, andará muito perto.


Speccy Pong recria na perfeição o original, uma espécie de ténis, com apenas uma plataforma de cada lado e uma bola em movimento constante, que temos que rebater para o campo do adversário. Mas esta versão tem muito mais opções. A primeira, e mais interessante, é o facto de poderem jogar duas pessoas em simultâneo. E de facto, contra um adversário humano, é outra coisa.

Poderão ainda mudar as cores, tornando o campo mais atrativo, e desligar o som (para que os vossos familiares não percebam que ficam a noite toda a mandar bolas de um lado para o outro). E se estão com problemas em ganhar um jogo, podem alterar o nível de dificuldade, mas desde já avisamos que mesmo no nível mais fácil, irão ver-se às aranhas para bater o computador, que é um jogador tremendo.

E pouco mais há a dizer, a não ser que venham rápido aqui descarregar o jogo, pois tem tanto de simples, como de viciante.

quinta-feira, 16 de novembro de 2017

Xelda 1: Quest for the Golden Apple


Nome: Xelda 1: Quest for the Golden Apple
Editora: NA
Autor: Andrew Dansby
Ano de lançamento: 2017
Género: Aventura
Teclas: Não redefiníveis
Joystick: Kempston, Sinclair
Número de jogadores: 1

E um dos programas mais aguardados do ano finalmente chegou. Xelda é um tributo a um jogo famoso, Zelda, cujo nome foi uma homenagem à esposa do escritor F. Scott Fitzgerald, Zelda Fitzgerald. No entanto, não se trata de um remake puro, apenas a vertente gráfica foi copiada.

Estamos aqui perante uma aventura típica, em alguns momentos a fazer lembrar Wanderers, com igual brilho, e neste caso com a vantagem de ser gratuito. Diz-nos a história de Xelda que a Maçã Dourada desapareceu em condições muito misteriosas (foi roubada durante a noite) e por causa disso, a ilha onde a ação decorre, ficou infestada de monstros e outras bestas, aterrorizando os seus cidadãos. Cabe a nós encontrar a Maçã Dourada, devolvê-la à estátua a que pertence, para que a ordem seja restabelecida e tudo volte ao normal.


Para podermos ir avançando na nossa missão teremos que resolver os muitos puzzles incluídos no jogo. Isso passa por interagir com os mais de uma dezena de personagens que nos vão dando pistas e também objetos que permitem abrir portas e passagens para novos cenários. Deverão também explorar muito bem todos os pontos e entrar nas habitações dos habitantes da ilha, pois será aí que os vão encontrar e poder dialogar. E gradualmente iremos resolvendo os diversos enigmas que permitem chegar até à Maçã Dourada

Para evitar que cumpramos a nossa missão, estão os já referidos monstros (mais de duas dezenas), que se nos tocam, reduzem a nossa energia (o coração no canto superior esquerdo). Mas estamos armados de uma espada, e após algum treino conseguimos rapidamente ir dando conta dos inimigos. Alguns deslocam-se em padrões regulares, e são relativamente fáceis de eliminar, já outros a história não é bem assim. É que para os atingirem têm que estar praticamente colados aos vossos inimigos e basta um deslize para que estes vos toquem (experimentem entrar nas catacumbas e verão o que dizemos).


Embora sendo um jogo que se vai avançando rapidamente, já que os puzzles são bastante lógicos, estamos aqui perante 202 ecrãs diferentes. Portanto a tarefa será longa, e, segundo o seu criador, demorará pelo menos duas horas e meia a ser resolvida (para quem já conhece a solução para os puzzles, evidentemente).

Tendo sido criado através do motor MK2 e com tanto ecrã, a aventura só corre no mínimo em 128k, como seria de esperar. Não vale a pena, portanto, carregarem o jogo na versão 48k, e quem o fizer nos emuladores, não se esqueça de o colocar no modo 128. Mas para quem já está familiarizado com o MK2, não vai estranhar a excelente jogabilidade e os movimentos característicos desse motor.


Apontar defeitos a este jogo não é fácil. Talvez os gráficos pudessem ser um pouco melhores. As cores de fundo de alguns cenários, embora funcionais, retiram algum brilho aos sprites criados. Mas isso é apenas um pormenor, pois quem se aventurar por Xelda vai dar o tempo por muito bem empregue e terá muitas horas pela frente até recuperar a Maçã Dourada.

Aconselhamos assim fortemente a virem aqui buscar o jogo e o excelente manual que o acompanha.

Começou a Lisboa Games Week


E começou a Lisboa Games Week, que decorre na FIL até dia 19 de novembro. Como não podia deixar de ser, Planeta Sinclair está representado na feira, junto dos seus parceiros, RetroShop, Leak e Espectro. Procurem-nos e teremos todo o gosto em falar convosco.

quarta-feira, 15 de novembro de 2017

Movimento da Terra (MIA)


Movimento da Terra é mais um programa educativo português recuperado por Planeta Sinclair. Da autoria de J.D. Abrantes Coelho, o ano de lançamento é 1986, mas pouco mais se sabe sobre este curioso programa.

Tal como o nome indica, informa-nos sobre os movimentos e posições da Terra ao longo do ano. Fica agora disponível na dropbox de Planeta Sinclair, que poderá ser aqui acedida.

terça-feira, 14 de novembro de 2017

Vallation 128k


Lembram-se de Vallation, um dos bons jogos que saíram o ano passado e que inclusive recebeu uma menção honrosa de Planeta Sinclair? Pois é, o seu autor, Sokurah, passado quase ano e meio finalmente terminou a versão 128k. E são muitos os motivos de interesse desta nova versão:

  • Maior variedade e quantidade de inimigos, quase triplicando o seu número
  • Maior variedade nos próprios níveis, com uma grande quantdade de novos cenários
  • Música específica para a versão 128k, bem como novos efeitos sonoros
  • Possibilidade de usar o joystick Kempston
  • Vidas extra concedidas na conclusão dos níveis
  • Inimigos mais fáceis e melhoria ao nível dos sprites das balas
  • Tabela com as melhores pontuações
  • Adição de um novo nível (o quinto), com mais 49 ecrãs. Este novo nível é substancialmente diferente dos restantes, pois não é linear, antes possibilitando múltiplas rotas

Com tantas novidades, quase que poderemos dizer que estamos perante um novo jogo. Tantas que até tem direito a uma edição física, via Psytronik Software. A versão standard tem um custo de £ 6.99, enquanto a versão clam, que tem alguns extras, sobe até aos £ 12.99. Estamos muito tentados a adquiri-la e quem o quiser fazer, basta vir aqui.

segunda-feira, 13 de novembro de 2017

Return to Holy Tower


Nome: Return to Holy Tower
Editora: NA
Autor: Jevilon, Metsuke
Ano de lançamento: 2017
Género: Puzzle
Teclas: Não redefiníveis
Joystick: Kempston
Número de jogadores: 1

Return to Holy Tower é um divertido puzzle criado para o ZX-Uno, inspirado em Escape From the Holy Tower, que surgiu para o Spectrum em 2016, e que Planeta Sinclair e a Leak têm o exclusivo de uma primeira review

Para quem não conhece a versão do Spectrum, assumimos a pele de um explorador que foi encerrado numa torre maldita, repleta de armadilhas, portas que necessitam de ser desbloqueadas, teletransportadores, imans que roubam chaves e que constituem uma verdadeira dor de cabeça, entre outros obstáculos. Além disso temos que apanhar em cada nível todas as moedas de ouro, única forma de darmos com a porta de saída.


Para podermos escapar temos que delinear muito bem o caminho que vamos fazer, pois um passo em falso, e poderemos ficar bloqueados, não restando outra alternativa senão recomeçar o jogo. Mas existem mais razões para ponderarmos muito bem o traçado. Por um lado, existem espigões estrategicamente localizados, que se temos a infelicidade de lhes tocar, perdemos um pouco de energia (representada por corações). Por outro, o número de passos que podemos dar também é limitado (representado por um relógio), não obstante ao longo do caminho podermos encontrar “tempo” extra.

Para completarmos a missão teremos que ultrapassar 84 níveis, que vão gradualmente subindo de dificuldade. E tal como em Escape From the Holy Tower, também aqui temos um pacote de níveis extra, acessíveis através do menu inicial. Mas o melhor de tudo é a existência de um editor de níveis que nos permite criar cenários ao nosso gosto, contribuindo para aumentar em muito a longevidade deste divertido jogo.


Comparativamente com a versão para o Spectrum, nota-se claramente uma grande evolução ao nível gráfico e de som, aproveitando ao máximo as potencialidades do Zx-Uno. É também um jogo que nos faz usar intensivamente as células cinzentas, sendo indicado para todos aqueles que gostam de um bom puzzle, onde mais que a rapidez nos dedos, o que interessa é mesmo usar a cabeça.

A versão portuguesa de Return to Holy Tower foi criado em exclusivo para o Lisboa Games Week, sendo distribuído pela RetroShop.pt.. Se visitarem a feira, dirijam-se à banca da RetroShop (onde também estará Planeta Sinclair), e poderão adquirir esta versão exclusiva e limitada, indicada para todos os colecionadores, e que certamente irá valer bastante no futuro.

domingo, 12 de novembro de 2017

Vade Retro II


Nome: Vade Retro II
Editora: NA
Autor: J.B.G.V.
Ano de lançamento: 2017
Género: Aventura
Teclas: Não redefiníveis
Joystick: Não
Número de jogadores: 1

Vade Retro II - Los Secretos del Doctor Malfario é a sequela do jogo de 2012, que saiu por alturas dos 30 anos do Spectrum, e não uma outra aventura, muito boa por sinal, que saiu em 2015 pelas mãos da RetroWorks. Feito o esclarecimento, e que também não teria consequências gravosas, já que Vade Retro II é gratuito, estamos prontos a avançar para este curioso jogo.

Quem experimentou a primeira aventura, não irá agora estranhar a mecânica de Vade Retro II. Mas desde logo existem algumas novidades. Além da boa apresentação inicial, com menus que embora possam parecer confusos ao início, rapidamente os interiorizam, e que até anuncia possivelmente um novo jogo deste programador, aquilo que desde logo salta à vista é a possibilidade de controlarem simultaneamente dois personagens. E necessitam de conjugar esforços, se querem completar a missão.


Quando iniciam o jogo têm também a possibilidade de ver uma pequena introdução onde é apresentada a história de Vade Retro II. Muito sucinta, por sinal, já que apenas ficam a saber que um famoso jogador de futebol foi num passado distante raptado por alienígenas e que têm agora que o encontrar. Mas também não precisam de saber mais, pois parte do prazer que irão desfrutar será a explorar este mundo imaginário, repleto de referências a outros jogos do Spectrum, como irão rapidamente descobrir.

Terão também que ir encontrando chaves e outros objetos fundamentais para conseguirem juntar os dois personagens e ir avançando nesta deliciosa aventura. É que se por um lado, nada tem de novo em relação a muitas outras aventuras do género, existem aqui alguns "pormaiores" que vos vão fazer prender ao jogo.


Desde logo os cenários, que apesar de ter sprites muito pequenos, são extremamente coloridos e imaginativos. Ter a possibilidade de entrar em viaturas, barcos ou em combóios e rapidamente chegarem a outros pontos deste mundo, é apenas mais uma das atrações para quem por aqui se aventurar.

Depois, a jogabilidade é também muito boa. Aparte os desafios propostos que vos vão exigir algum pensamento lateral, se bem que sejam lógicos, os movimentos dos nossos personagens são bastante interessantes, assim como dos diversos inimigos que não se cansam de vos tentar atingir (alguns são bem chatinhos).

Ainda vamos apenas no início da exploração de Vade Retro II, mas desde logo ficámos cativados por este mundo, e suspeitamos que também o vão ficar se se atreverem a descarregar o jogo (e que poderão aqui fazer).

sábado, 11 de novembro de 2017

Três novos títulos para a Bum Fun Software


E de uma assentada a BumFun Software, de George Cropper, vai lançar no mercado três títulos recentes (e mais um clássico). Será já este fim-de-semana, e estão na calha Robot 1 in... The Planet of Death, Pumpkin Poe e Zukinox, que tão boas críticas tiveram em Planeta Sinclair.

Mantenham-se atentos à página da Bum Fun Gaming para estarem a par de todos os desenvolvimentos.

sexta-feira, 10 de novembro de 2017

Preview: Star Corps: Tales of the Kuiper Patrol


Aleisha Cuff fez a sua estreia há precisamente um mês com Space Escape. E foi uma bela estreia, com uma aventura muito engraçada, criada através do Arcade Game Designer e que recebeu críticas muito favoráveis.

Entretanto já está a trabalhar em novas ideias, uma delas que poderá dar origem a Star Corps: Tales of the Kuiper Patrol, um shooter à boa maneira de Zukinox. Para já tem-se debatido com alguns problemas na mecânica do jogo, estando obviamente este ainda em fase de desenvolvimento. No entanto espera-se que mais dia, menos dia, os problemas estejam resolvidos e o jogo lançado.

Para já podem experimentar uma demo, que poderão aqui vir descarregar.

quinta-feira, 9 de novembro de 2017

Cópias de Em Busca do Mortadela assinadas


Alfonso Fernandez Borro deixou-nos a seguinte mensagem:

El pasado domingo 5 de noviembre estuve firmando las 200 copias físicas que son las únicas de esta tirada especial de "En busca de Mortadelo" (Searching fot Mort - Em Busca do Mortadela), vino a visitarme mi amigo Guillermo Coll Ferrari productor junto a Eduardo Antonio Libardón Pérez de esta iniciativa. Pronto los que habéis hecho el pedido lo tendréis en vuestras manos. Gracias a todos por vuestra colaboración y disfrutad del juego hecho de corazón para todos vosotros y mención especial a mis amigos portugueses encabezados por André Luna Leão, sin su ayuda la versión portuguesa no estaría en vuestras manos. Gracias, gracias y mil gracias. Humildemente, -Borrocop-.

A edição limitada de de Em Busca do Mortadela, assim como as respetivas versões espanhola e inglesa já foram então assinadas pelo seu autor, sendo distribuídas nos próximos dias, dentro do tempo que foi programado inicialmente. Quem não encomendou, poderá ainda fazê-lo, existindo algumas cópias portuguesas disponíveis.

quarta-feira, 8 de novembro de 2017

Joe Blade


Nome: Joe Blade
Editora: Players Software
Autor: Colin Swinbourne, Martin Severn, Gari Biasillo
Ano de lançamento: 1987
Género: Ação
Teclas: Não redefiníveis
Joystick: Kempston, Interface 2
Número de jogadores: 1

A Players Software foi uma editora conhecida pelo grande número de lançamento de jogos da categoria budget, e embora a maior parte não passasse da mediania e fosse perfeitamente dispensável, pelo meio colocou no mercado algumas pérolas, nomeadamente a trilogia Joe Blade.

Neste primeiro jogo da saga, seis líderes mundiais foram raptados por uns terroristas liderados pelo infame Crax Bloodfinger, exigindo agora trinta biliões de dólares de resgate. Como estes líderes não deveriam ser assim tão populares, resolveram mandar um único herói, Joe Blade, que armado apenas com uma metralhadora semi-automática, tem agora que se infiltrar no quartel-general da quadrilha e resgatar os reféns.

Ao longo desta aventura vamos assim deambulando pelo quartel-general, autêntico labirinto de salas e corredores, e que ainda se torna mais complicado pelo facto de os cenários serem todos muito iguais, não esquecendo que para entramos em algumas das salas teremos que ter encontrado previamente as respetivas chaves.


A nosso favor temos a tal metralhadora que dá cabo dos inimigos, embora com munições limitadas, e ainda a possibilidade de durante uns segundos nos disfarçarmos de terroristas, evitando perder energia sempre que tocamos nos nossos inimigos (para isso têm que encontrar as fardas que se encontram no caminho).

Mas como se isto tudo não fosse suficiente, temos ainda que ativar 6 bombas. Sempre que encontramos uma acedemos a um mini-jogo no qual têm que colocar as letras na ordem devida, num tempo muito curto. Se não o conseguirem é final do jogo. Além disso, assim que ativam a primeira das bombas o countdown começa e têm nessa altura exatamente 20 minutos para resgatar todos os reféns, ativar as restantes bombas e dar com a saída do labirinto. Daí que seja aconselhável antes de ativar a primeira delas, libertar todos os reféns e mapear o quartel-general para que rapidamente consigam ativar as outras cinco bombas e dar com a saída.


Um dos pontos fortes de Joe Blade é a sua jogabilidade. É, de facto, um prazer movimentar o nosso personagem e vaguear pelos diferentes cenários, que mesmo sendo muito semelhantes, são bastante atrativos. O som também é muito agradável e atrevemo-nos a dizer que mesmo que este jogo não fosse lançado na categoria budget, teria uma boa aceitação por parte de todos.

terça-feira, 7 de novembro de 2017

Physics (MIA)


A Scisoft foi responsável por uma série de programas educativos, destinados a estudantes, principalmente. E chegámos a ter nas mão um MIA, que conseguimos converter em .tzx e digitalizar a caixa (infelizmente faltavam as instruções), Chemistry, que pode aqui ser recuperado.

Chegou-nos agora às mãos uma cópia pirata, com instruções em português, de Physics, programa de 1983 e que também consta como MIA no WoS. Apesar de não ser o programa original, sempre é melhor que nada. Podem aqui vir descarregar o programa.

segunda-feira, 6 de novembro de 2017

Lisboa Games Week 2017


O maior evento destinado aos gamers nacionais vai decorrer na FIL entre 16 e 19 de novembro de 2017. Como não podia deixar de ser, Planeta Sinclair irá estar representado na feira, juntamente com os seus parceiros, a RetroShop e a Leak (procurem pela banca da retroshop).

Inserido na feira vai estar o espaço Retrogames LGW, repleto de consolas e dispositivos de videojogos à vossa disposição. Mas haverá outras boas novidades nesse espaço, nomeadamente o lançamento do número 2 da Espectro, e mais algumas bastante apetecíveis, mas que para já deixamos no segredo dos Deuses.

domingo, 5 de novembro de 2017

Reservas para a Espectro #2


Está a chegar o número 2 da Espectro: Revista Luso-Brasileira do ZX Spectrum!

Abriu hoje a pré-venda da nova edição, agora com 36 páginas. A distribuição da revista irá começar na Lisboa Games Week, de 16 a 19 novembro, no stand da RetroShop.pt, que muito generosamente partilha o espaço com Planeta Sinclair (e também com a Leak). Têm assim agora a oportunidade de reservar a revista.

Opções:

  • 4,90€ / Revista Espectro;
  • 6,90€ / Revista Espectro com cassete original “new old stock” do jogo Rambo ou Spitting Image, Hit Squad Edition (limitado ao stock existente);
  • Portes de envio não incluídos.

Ainda existem algumas unidades do número 1 disponíveis (foi feita uma nova tiragem para dar despacho aos muitos pedidos efetuados).

Carreguem aqui o .TAP e recebam uma mensagem da Espectro...

Breakanoid


Nome: Breakanoid
Editora: NA
Autor: Douglas Bagnall
Ano de lançamento: 2017
Género: Ação
Teclas: Não redefiníveis
Joystick: Não
Número de jogadores: 1

Já há muito tempo que não víamos surgir um clone do Tiro à Parede (aka Breakout). Vai dai, Douglas Bagnall pegou no tema, e através do Arcade Game Designer criou trinta e cinco níveis bastante imaginativos, inspirado em temáticas conhecidas dos gamers (e não só relacionadas com o Spectrum). Chamou-lhe Breakanoid, junção do já conhecido Breakout, com o não menos conhecido Arkanoid.

Escusado será falar sobre a história deste jogo, não só porque ela não existe, mas porque também para o efeito não seria necessário. Já todos devem ter jogado Breakout ou uma das suas variantes, e basicamente temos apenas que destruir com uma bola todos os tijolos do cenário. Claro que a bola não pode sair pelo fundo, e para isso movimentamos uma pequena plataforma que o impede e que permite também ir mudando a sua própria direção. Se a plataforma for ultrapassada e a bola ultrapassar o fundo, perdemos uma vida (e começamos apenas com três, embora com o aumento da pontuação possamos ganhar mais vidas).


Ao contrário de Arkanoid e de muitos outros do género que apareceram na altura, não existem add-ons, variações da velocidade da bola, inimigos e outros bónus que contribuiam com algum "sal" para o jogo. Os cenários são muito simples, apenas variando a sua temática. E este é o único defeito que apontamos a Breakanoid, a sua extrema simplicidade e pouca diversidade.

Tem no entanto duas opções muito úteis. A primeira, a possibilidade de dois jogadores poderem competir em simultâneo, o que aumenta bastante a longevidade de Breakanoid. Uma segunda opção é o modo de treino, que coloca uma barra no fundo do ecrã, impedido que a bola o ultrapasse. Os mais azelhas conseguem assim correr todos os níveis, sem se preocuparem em demasia com a bola. Claro que isto vai estragar o prazer de avançar pelos vários níveis à custa de muito suor, mas também só ativa a opção quem quer (nós já o fizemos, até para podermos ver todos os níveis).


A nível gráfico, como seria de esperar, é básico, e som apenas existe para o 128k (utiliza o AY sound chip), pelo menos para já, pois está previsto para breve uma versão com som para a versão 48k. Mas a jogabilidade é boa, e no fundo, para um jogo com estas características, é o mais importante.

Breakanoid é gratuito e pode aqui ser descarregado.

sábado, 4 de novembro de 2017

ESPECTROids


Aos poucos começamos a revelar as surpresas que virão com a nova revista Espectro...

Super League (MIA)


Super League foi o único concorrente de peso de Football Manager nos primeiros tempos do Spectrum. Surgiu em 1983 pela mão da obscura Cross Software, sendo o único jogo que temos conhecimento que tenha saído através desta editora.

A versão que consta no World of Spectrum, tida como a original, não tem ecrã de carregamento. No entanto conseguimos obter uma versão diferente, esta com o ecrã que mostramos na imagem acima. Poderá ser uma versão desaparecida com o tempo?

Podem vir aqui buscar esta versão do jogo, que supostamente não está disponível em mais local algum...